Limites do Homem

Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Reabilitação e Protetização

 

Os procedimentos para a Amputação são um acto de restauração de um órgão enfermo e não uma mutilação. É fundamental um trabalho integrado dos diversos tipos de profissionais envolvidos na reabilitação do paciente para estimular e valorizar a capacidade residual da pessoa atingida e assim procurar uma recuperação total.

A Amputação é considerada como um diagnóstico secundário, pois o trauma considera-se assim como diagnóstico primário. Assim, posteriormente, se surgirem complicações, quanto mais cedo forem identificadas as causas, mais rápido poderá ser o controlo e a cura, o que possibilitará um melhor desempenho do paciente na fase de reabilitação.

O tratamento global e integrado do paciente determinará o êxito de todo o trabalho reabilitacional programado.

O objectivo final é capacitar o paciente do maior aproveitamento das suas potencialidades de forma a que possa ser independente nas actividades diárias da sua vida.

A prática de actividade física apresenta um importante papel na reabilitação do incapacitado, que, em muitos casos prefere ficar com o membro inferior atrofiado do que fazer uma amputação. O que pode restringir a pessoa de praticar actividades desportivas e também de ter uma vida saudável. Por isso mesmo, a amputação é, em certos casos, indicada.

Sabemos que conviver sem uma parte do corpo causa muitos problemas não só físicos mas também psicológicos e a auto-aceitação é a palavra-chave. A pessoa amputada tem necessidade de entrar numa nova fase da sua vida, pois o membro amputado vai fazer sempre parte do cérebro, embora não o tenha fisicamente, continuará a ser sempre registado pelo cérebro.

 

 

 

 

publicado por limitesdohomem às 12:30

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